sábado, 23 de janeiro de 2010

És o tal (...) (L'


"SERÁ"!
Uma palavra sobreposta em tantas outras num momento de reflexão antecipando a saudade que aí vem..
Fase de fraqueza, desespero, ansiedade..
Tormento, no meu modo de pensar sem saber ao certo o porquê de tudo isto.
Será!? Será que tudo isto é porque merecemos ou é no amanhã que vamos descobrir toda a verdade? Todo este sentimentalismo inexplicável!?
Tu és um "EU" e não apenas "OUTRO mais EU", pois tu és o tal! <3

Rita Campos

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Nunca houve lugar de destaque, mas no entanto…!


Na beleza de um sonho por vezes nasce a escuridão da realidade…
Poder dizer a mim própria que tudo é como eu quero, sonhar bem alto, viver o inexequível talvez…
“Ter-te”, e não me ter a mim própria! Dói, dói muito! Na verdade não sei bem quem sou, nem por onde vou, meus pensamentos sobrepostos na irrealidade do real e afinal o rei e a rainha nunca ocuparam lugar de destaque (…)
Oh anjo, oh vida, dá-me um rumo onde eu possa caminhar, sem pedras sobrepostas na imensidão da melancolia!
Era tudo tão perfeito, não existiam eiras nem beiras a cortar aquele caminho que era só nosso…
Porquê? Porquê? Porquê?
É a interrogação mais utilizada neste ápice! Por instantes não encontro respostas mas (…) e se deixar passar o tempo dando tempo a si mesmo!? Poderá vir a ser uma boa opção mas não quero que nada disto seja supérfluo.
Quero ter-te outra vez, tendo o meu “eu” também, sem repercussões do destino que virá!

Rita Campos (18-01-2010)

domingo, 17 de janeiro de 2010

"Só eu fui ensinada, a apaixonar-me por ti desta forma"


“Estou aqui á janela, chuva a bater, o barulho, o calmo que há dentro de cada gota. Enquanto penso nas nossas tardes, naquela longa semana, no melhor que passamos juntos, cada momento de paixão, cada sorriso, cada olhar, cada toque, cada palavra dita por ti, o teu amor em mim tocou-me como nunca...
Vou onde tu fores, estejas onde estiveres, irei lá estar, e sentirei cada louvada de ar, cada sorriso teu, cada palavra tua, agarrado a mim, sem ninguém, só tardes e noites à nossa frente (...) foi assim, mais nada precisávamos.
Paixão era a palavra essencial, nunca descrita nem posta de tal forma. Dói hoje em dia estar assim. Mas segui, segui a minha vida, sorri, e sei que por mais que chore, não há razão para isso. Pois tudo que eu e tu tivemos foi algo mágico,
não trocaria uma tarde com nenhum rapaz, por mais especial que fosse, por um beijo teu em apenas um segundo das nossas vidas.
Agora pensa, reflecte, chora, relembra, sente.
Tocar-te daquela forma, só eu, falar de ti com aquele carinho e orgulho? Apenas eu o conseguirei, disso, tenho certezas, e é isso que me faz sorrir e me faz sentir tão bem comigo mesma, é isso que me faz gritar e dizer que sou sortuda, porquê? Porque um amor como este, é tão, mas tão raro existir. Agora sou só eu e o meu mundo, sou só eu e as minhas palavras, as memórias e recordações estão aqui gravadas como o nosso primeiro diálogo, como o nosso primeiro beijo na carruagem de um comboio em Agosto de 2006, como o teu primeiro toque sentido.
Estejas onde estiveres, eu vou onde tu fores, lutar e nunca desistir.
Baixar os braços? Para quê? Se não há fim:')
Sei que agora é difícil, nunca disseram que era fácil. Mas, será que, podia ser de novo (...) quem tu mais precisas durante a noite? Quem tu sentes quando chove e te sentes sozinho, quem te vai apoiar quando estiveres a cair, quem te irá corrigir o errado, e levar-te ao certo, ser a tua princesa e sorrir para ti como mais ninguém sorri, ser quem te leva ao céu, e te traz à terra? Ser aquela, que te beija de forma tão intensa, que o beijo dura eternidades… para sempre talvez seja mentira, mas eu sei que entre nós, nada irá morrer (...)
Agora sou só eu e o meu mundo. Espero por ti, até um dia. Pois uma vida, eu não irei durar:')
Podem dizer-te tudo, e pode até ser verdade, mas, nada (...) nada vai ser COMO EU. Porque só eu fui ensinada, a apaixonar-me por ti desta forma.
É verdade, tal como já me disseram uma vez, fomos feitos um para o outro, e digo isto, porquê?
Estas frases: “sabes, eu tentei andar com várias raparigas, tentei encontrar aquele sentimento especial, tentei encontrar alguém que eu gostasse… sabes que mais? Népia, nicles, nada!
Não consegui, só sinto estas “borboletas” contigo, o que me deixa um pouco triste devido as circunstâncias, mas depois vou ao PC e assim que o ligo, lá esta o teu sorriso e apaixono-me novamente (…)!
Eu gosto de ti!
Tu és a minha noiva, o meu amor prometido, é assim que te tenho no meu coração, apesar de não estar junto de ti este sentimento não altera e é isso que me faz acreditar que há esperança e que um dia possamos ficar juntinhos”

Rita Campos

És tudo aquilo que me faz ter esperança…


Numa noite fria, muito fria, toda a turbulência da natureza cai sobre mim como uma imensidão de espinhos que por si só me querem deixar cair sem nada que me suporte da realidade para a fantasia ou da fantasia para a realidade… Sim! É isso mesmo, da fantasia para a realidade, pois até agora era tudo muito simples mas num pequeno passo e em várias experiências que já tive, deparo-me com uma nova, um sentimento único, inexplicável por vezes… No fundo, bem… no fundo, é algo bom de sentir mas ao mesmo tempo um pouco constrangedor talvez porque a distância intervém nele, chama depois a saudade e tudo fica como o céu sem sol e a estrada sem carros. Tudo fica vazio e esse vazio, provoca em mim alguma nostalgia! No entanto as minhas lágrimas sorriem escorrendo pela minha face gélida porque vêm que no meu coração está o sentimento mais quente, mais tornurento e sincero que eu alguma vez senti por alguém. Não é por acaso que o tempo passa, horas passam, pessoas nascem e outras morrem, a natureza flori, e eu continuo a ter o mesmo sentimento que tinha quando o conheci, é aquela pessoa que posso dizer hoje, ser o rapaz da minha vida. Ainda há distáncia, sim…! Mas acerca daquilo que eu sinto, essa palavra nem existe sequer, pois ele está junto da minha alma desde aquela longa semana, desde o primeiro olhar, desde o primeiro beijo... Há decadência de pensamentos talvez, mas os sentimentos são comuns e o futuro encarregar-se-á do resto.
Até lá sinto o meu “EU”, quero o meu “TU” e preciso de um “NÓS”!
Rita Campos (12-01-2010)