
Na beleza de um sonho por vezes nasce a escuridão da realidade…
Poder dizer a mim própria que tudo é como eu quero, sonhar bem alto, viver o inexequível talvez…
“Ter-te”, e não me ter a mim própria! Dói, dói muito! Na verdade não sei bem quem sou, nem por onde vou, meus pensamentos sobrepostos na irrealidade do real e afinal o rei e a rainha nunca ocuparam lugar de destaque (…)
Oh anjo, oh vida, dá-me um rumo onde eu possa caminhar, sem pedras sobrepostas na imensidão da melancolia!
Era tudo tão perfeito, não existiam eiras nem beiras a cortar aquele caminho que era só nosso…
Porquê? Porquê? Porquê?
É a interrogação mais utilizada neste ápice! Por instantes não encontro respostas mas (…) e se deixar passar o tempo dando tempo a si mesmo!? Poderá vir a ser uma boa opção mas não quero que nada disto seja supérfluo.
Quero ter-te outra vez, tendo o meu “eu” também, sem repercussões do destino que virá!
Rita Campos (18-01-2010)

Nenhum comentário:
Postar um comentário